Nosso Projecto

Engaging Communities and Health Workers for Sexual, Reproductive, Maternal and Newborn Health

Nosso Projecto

O nosso objectivo é melhorar a saúde sexual, reprodutiva, materna e neonatal na província de Inhambane, Moçambique. Um projecto de cinco anos que iniciou em Abril de 2017 e é financiado pela Global Affairs Canada, o projecto é uma parceria entre a Direcção Provincial de Saúde de Inhambane e a Universidade de Saskatchewan em Saskatoon, que é a agência de implementação.

Empoderamento das mulheres

A redução da mortalidade materna exige o empoderamento das mulheres. Isto significa desafiar a dinâmica das relações de poder, particularmente a desigualdade das mulheres, tanto dentro do sistema de saúde como na comunidade.

Estamos a contribuir para a saúde materna e neonatal em Moçambique através de práticas melhoradas no sistema de saúde e nas comunidades onde as mulheres vivem, incluindo os direitos sexuais e reprodutivos.

A nossa intenção é melhorar a vida de mulheres e recém-nascidos através da melhoria da vida das famílias e comunidades. Envolveremos tanto as instituições de saúde como as comunidades na criação de um ambiente saudável e seguro para os cuidados de saúde materno-infantil e desenvolvimento.

O Projecto de Saúde Materna de Moçambique-Canadá baseia-se em parcerias contínuas e de longo prazo que criámos ao longo dos anos com Moçambique. Ligamos a prestação institucional de serviços de saúde e a formação com a sensibilização e mobilização da comunidade, com enfoque no papel da mulher e os determinantes sociais e económicos da saúde.

Com base nos nossos alicerces

O nosso projecto assenta-se numa base de 15 anos de parceria entre a Universidade de Saskatchewan e agências em Inhambane, em particular o Centro de Massinga. Este centro de formação em saúde, na cidade de Massinga, foi construído e melhorado através dos nossos projectos de cooperação. As competências desenvolvidas ao longo dos anos serão utilizadas no actual projecto: aprendizagem participativa e integradora; incorporação da equidade de género; envolvimento de activistas comunitários de saúde, parteiras locais e médicos tradicionais; e estabelecimento de parcerias comunitárias para a saúde comunitária.